A infinita bondade e justiça de Deus

A frase que dá titulo a essa sessão pode ser observada como uma ironia por muitos que analisam a vida na perspectiva unicamente terrestre. Elas podem ser perguntar onde está a Justiça e Bondade do Criador ao olharem casos de misérias, fome, crianças que nascem com enfermidades, desigualdade social, entre outros inúmeros males que assolam a vida aqui na Terra.

Essas perguntas fazem um paradoxo com a Bondade de Deus e não podem ser respondidas apenas olhando essa existência. Não teria sentido acreditar nessa Bondade se tivéssemos vividos apenas uma única vida no qual dependendo de como for seriamos eternamente condenados ou salvos, os que seriam das crianças abortadas ou que morreram ainda muito jovens, as pessoas que nascem com deficiência, das que morrem de fome e por que alguns teriam tamanha vantagem para passar por essa experiência sem experimentar quase nenhuma amargura e sofrimento enquanto outros padecem a mercê da sorte, a Doutrina Espírita vem trazer as luz para essas questões.

            Através dos ensinamentos dos Espíritos Superiores que ditaram para Kardec “O Livro dos Espíritos” podemos encontrar as respostas para essas questão através do raciocínio lógico.

Acerca desse assunto e de forma bastante resumida o Espiritismo explica que a alma é imortal e passa por diversos estágios até o seu aperfeiçoamento pleno, nesses estágios (encarnações ou renascimentos) devemos resgatar dividas adquiridas em outras existências e passar por provas que nos levarão ao nosso aperfeiçoamento, isso explica de forma bem esclarecedora todas as diferenças encontradas em nosso globo e as aptidões natas que algumas pessoas tem para os mais variados assuntos.

A reencarnação vem mostrar a infinita Bondade do Criador que nos permite sempre refazer um erro e resgatar dividas conseguidas através das transgressões de suas Leis e caminhar rumo ao bem, sem isso, ficaríamos a mercê dos joguetes da explicações injustas e que vão contra toda a Sabedoria do Criador.

Por fim seriamos duplamente condenados nas explicações que não consideram a reencarnação, por que, ao ser “salvo” e enviado ao paraíso para a paz eterna isso seria mais um suplicio do que uma benção já que o trabalho é uma Lei Universal.

Sobre o amor, a caridade e a tolerância

A 2000 mil anos vimos o que foi o exemplo a ser seguido no que diz respeito ao que é ser homem.

O amor que ele veio mostrar não é em nada parecido com os tormentos das paixões que vimos hoje assolar um tanto incontável de pessoas, é um amor desinteressado sem bajulações que auxilia a caminhada e dá força ao irmão caído, é um amor que pode ser aplicado mesmo sem ser amado de volta e que não trará nenhuma amargura ou desolação para nossa alma.

O amor a que ele diz respeito é a de pagar o mal com o bem, de perdoar a quem nos tem ofendido sem esperar retratações, de amenizar as provas da vida a todos quanto nos forem possíveis, a dar uma palavra de consolo a quem precise ouvi-la, e a enxugar as lagrimas de um irmão sofredor.

O caminho do aperfeiçoamento moral aos moldes de Jesus é longo e a estrada é sinuosa mais a recompensa de ser agradável ao próximo e a Deus através das boas obras trazem força e coragem para continuar a jornada.

Se você está enfrentando um problema e deseja conversar a respeito, entre em contato nesse e-mail: palavra.amiga.fale@gmail.com

Lhe desejo um ótimo dia.